quarta-feira, 8 de maio de 2019

Esboço genealógico -Dâmaso da Motta Paes



Dâmaso da Motta Paes (Capitão) Batizado em 27/05/1830 no Oratório das Dores (Conceição dos Ouros), então pertencente a Pouso Alegre.

Habilitou-se em 28-02-1851 para se casar com sua sobrinha Francisca Ribeira de Oliveira (depois de casada: “Francisca Dâmaso da Mota”) natural de São José do Paraíso, filha de Vitoriano José de Oliveira (o “Vitóca”) e de Maria Ribeiro Cândida de Oliveira (a “Nhanhã”). em Pouso Alegre-MG. Sem geração legítima. Filhos naturais:

   4.1 Felícia Franco Barbosa (nome de casada). Felícia casou-se com Francisco Franco Barbosa, filho de João Franco Barbosa e de Maria Rita Barbosa. Tiveram:

   4.1.1 Lindolfo Augusto Barbosa, com 22 anos de idade em 1911

   4.1.2 Olímpio Barbosa com 17 anos em 1911.

   4.1.3 José Barbosa com 12 anos em 1911.

   4.1.4 Antônia, com 10 anos em 1911.

   4.1.5 Alice, com 9 anos em 1911.

   4.1.6 Francisca, nasceu em 06-08-1905 na rua Tiradentes, no Pinhal

   4.1.7 Eudoxia, nasceu em 03-01-1907 na rua Tiradentes, no Pinhal

   4.1.8 Alfredo, nasceu em 07-08-1909 no Sítio da Boa Esperança, no Pinhal .


4.2 Gabriela, (por conclusão) cremos ser também filha natural do Capitão Dâmaso da Mota Paes com sua escrava Gertrudes Maria de Jesus.




Maiores informações no livro "Do fumo ao café: Major Felix da Motta Paes e seus descendentes"

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Livro: "Do fumo ao café: Major Felix da Motta Paes e seus descendentes"



A autora do blog e o autor do livro no lançamento - 07/10/2017 na Villa do Poeta em Espírito Santo do Pinhal-SP.
Desde que li essa frase do Walter Benjamin comecei a compreender o grande fascínio que a genealogia exerce sobre nós:

"O passado traz consigo um índice misterioso, que o impele à redenção. Pois não somos tocados por um sopro do ar que foi respirado antes? Não existem, nas vozes que escutamos, ecos de vozes que emudeceram? Não têm as mulheres que cortejamos irmãs que elas não chegaram a conhecer? Se assim é, existe um encontro secreto, marcado entre as gerações precedentes e a nossa. Alguém na terra está à nossa espera" (Walter Benjamin)

O livro "Do fumo ao café: Major Felix da Motta Paes e seus descendentes" de José de Campos Salles Neto, além do mérito das pesquisas exaustivas realizadas pelo autor nas últimas décadas, consegue nos transmitir as condições nas quais nossos antepassados viviam: recheado de fotos, reproduções de documentos de época e com muitos detalhes, o livro  prende a atenção. Confesso que passei a primeira hora com ele na mão sem saber por onde começar a leitura, já que os capítulos podem ser lidos de maneira independente sem prejuízo, e haviam muitas coisas que eu gostaria de saber.

Vou colocar aqui o índice do livro, para matar a curiosidade sobre o conteúdo para quem ainda não teve a chance de ler:
Sumário do livro "Do fumo ao café: Major Felix da Motta Paes e seus descendentes" (página 1)

Sumário do livro "Do fumo ao café: Major Felix da Motta Paes e seus descendentes" (página 2)

Sumário do livro "Do fumo ao café: Major Felix da Motta Paes e seus descendentes" (página 3)

Sumário do livro "Do fumo ao café: Major Felix da Motta Paes e seus descendentes" (página 4)


Além do estudo genealógico bem completo, os  leitores interessados na história e na economia de Conceição dos Ouros-MG e Espírito Santo de Pinhal-SP vão achar muitas informações interessantes como, por exemplo, listas de escravos e de bens por proprietários da família e uma síntese das fazendas dos Motta Paes em ambos os municípios. No que se refere especificamente ao estudo genealógico, o José colocou no livro as informações até a quinta geração posterior à do Major Félix da Motta Paes, algumas vezes abrangendo a sexta, bem como uma breve história de seus antepassados. Enfim, vale a pena adquirir o livro!

Quem quiser comprar, pode contactar a livraria onde ele está à venda:

Livraria 90
Rua José Bonifácio 109
Espírito Santo do Pinhal-SP
(19)3651-2361
(19)3651-8086
livraria90@terra.com.br


Seguem informações fornecidas pela livraria:

O preço de venda é de R$ 100,00. Pode ser adquirido via correio com frete por conta do comprador.  O valor do frete será de acordo com a distância(CEP) e o prazo solicitado na entrega (URGENTE, NORMAL), acrescido ao valor de venda. Os pedidos serão atendidos através desteemail : livraria90@terra.com.br.
Após confirmação de depósito em conta corrente da Livraria será finalizado o envio do livro.
Eles atenderão conforme estoque disponível. 

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Lançamento do livro: 'Do fumo ao café: Major Felix da Motta Paes e seus descendentes'

Fonte: G1


Tenho hoje uma notícia maravilhosa, que deve deixar vocês tão felizes quanto me deixou: o José de Campos Salles Neto vai lançar seu livro 'Do fumo ao café: Major Felix da Motta Paes e seus descendentes', o qual estive esperando ansiosamente nos últimos anos (imagino que vocês também!). Penso que será o livro definitivo sobre nossa família e deve interessar a todos, pesquisadores e curiosos. Será também uma grande contribuição àqueles que estudam a história de Conceição dos Ouros (MG) e Espírito Santo do Pinhal-SP.



Maiores informações sobre o lançamento vocês encontram aqui.




UPDATE:

Quem quiser adquirir o livro e não pôde ir ao lançamento, pode contactar a livraria onde ele estará à venda:

Livraria 90
Rua José Bonifácio 109
Espírito Santo do Pinhal-SP
(19)3651-2361
(19)3651-8086
livraria90@terra.com.br

domingo, 8 de maio de 2016

Esboço genealógico de Segisfredo da Motta Paes

 
Segisfredo da Motta Paes   nascido em Conceição dos Ouros em 12/11/1838 e faleceu em Espírito Santo do Pinhal-SP em 14/02/1899. Foi listado como eleitor em 1876 em Espírito Santo do Pinhal, contando com 41 anos de idade, sendo solteiro, lavrador, sabia ler e escrever, morador no “Morro Grande”, com rendimentos de cinco contos de réis (5:000$000). Foi novamente listado como eleitor em 1878, contando com 43 anos de idade, e com as mesmas referências anteriores. Foi fazendeiro em Minas e no Pinhal, ficando conhecido pela sua crueldade e dureza para com seus escravos. Uniu-se a Ana Rita da Palma, natural de Minas, de quem se dizia que alcançara a longevidade, tendo vivido até os cento e dez anos no Pinhal. Essa mulher fora casada com um tal de Joaquim Marcelino da Silva com quem tinha dois filhos: Francisca Ribeiro da Palma (que se casou com Domingos Pereira dos Santos), e Salustio Ribeiro da Palma (mineiro, nascido cerca de 1850/1853 em “Santa Rita do Vintém”, tropeiro, que se casou com Egídia Maria de Jesus).  Capitão Segisfredo da Mota Paes redigiu seu testamento em 12-02-1899 em sua Fazenda do Morro Grande, encontrando-se doente no leito. Declarou ser lavrador, natural da Freguesia da Vargem Grande, município então de Pouso Alegre, e hoje de Itajubá, filho legítimo do Major Félix da Mota Paes e de Lucinda Maria de Jesus, já falecidos. Declarou nunca ter se casado, não tendo ascendentes nem descendentes, e instituiu como seus herdeiros universais: Rita da Mota Rosas, Raul da Mota Rosas, Francisco, Ana, Segisfredo e Maria José, filhos legítimos de Francisco Antônio Rosas e de Lucinda da Mota Rosas, tudo vinculado. Nomeou como administradora de seus bens, enquanto for viva, a Ana Rita da Palma, porém nunca Lucinda da Mota Rosas. Caso Ana Rita da Palma venha a falecer a administração dos bens passaria para o herdeiro maior, filho de Francisco Antônio Rosas e de Lucinda da Mota Rosas.  

1 Lucinda da Motta Paes casada com Francisco Antonio Nogueira Rosas, natural de Jacareí e morador em Santos –SP. Era um homem empreendedor. Batalhou pela construção da Estrada de Ferro e da Santa Casa de Pinhal, que leva o seu nome. Conta-se que no dia do seu casamento Segisfredo presenteou a filha com várias mucamas que foram alforriadas imediatamente pelo genro.  Francisco Antônio Rosas foi um dos grandes benfeitores na fundação da Santa Casa de Misericórdia do Pinhal. Encontrando-se muito doente, foi tratado pelo médico baiano Dr. José de Araujo Mato Grosso que já vinha tendo um encantamento com a esposa do doente. Conta-se que uma velha escrava que cuidara de Francisco Antônio Rosas desde que ele era um menino, chorava num canto do quarto lamentando a situação de seu pobre sinhozinho quando foi violentamente agredida e jogada pela janela pelo médico e Lucinda, vindo a se estatelar na rua onde faleceu. Francisco Antônio Rosas veio a falecer sem testamento em 03-09-1895 com 45 anos de idade, sete meses e três dias de vida, sendo sepultado no cemitério municipal do Pinhal. Lucinda passou a viver na companhia do médico baiano Dr. José de Araujo-Mato Grosso, nascido em 06-11-1855 em Salvador. Dessa união teve três filhos ilegítimos, que foram depois legitimados pelo casamento subsequente. Lucinda da Mota Mato-Grosso faleceu sem testamento em 31-10-1937 com 72 anos de idade (Cartório do Registro Civil de E. S. do Pinhal, Livro de Óbitos nº 44, fls. 22 vs., sob o nº 5.697). Foi inventariada a partir de 03-11-1938 no Pinhal, sendo inventariante o filho Segisfredo da Mota Rosas (Cartório do 2º Ofício de E. S. do Pinhal, maço nº A-45, sob o nº 510). Do primeiro casamento nasceram:

1.1 Rita Nogueira Rosas casada com João Gomes Barreto (dentista Barreto. Filhos:
1.1.1 Odete
1.1.2 Oswaldo
1.1.3 Lucinda
1.2 Raul Nogueira Rosas casado com Rita Tito da Motta, filha de Ana Ribeiro da Motta e do Coronel Felix Tito da Motta Paes. Raul Nogueira Rosas veio a falecer sem testamento em 26-08-1920 no Pinhal. Em 1923 a viúva já estava casada em segundas núpcias, e empenhada em vender a “Farmácia Rosas”.

1.2.1 Benedito, nascido em 14-08-1916 na rua Lusitana, no Pinhal. Em 1938 era casado, e morador em São José dos Campos. Casado com Odete, deixou um filho:
1.2.1.1 Raul
1.3 Francisco Antonio Rosas casado com Clara Ramos Rosas. Em 1938 encontrava-se casado e residia em Lins onde exercia o cargo de Inspetor Federal de Ensino.  Filhos:
1.3.1 Maria Rosas casada com René Fernandes,e tiveram 2 filhos. Maria, ficou viúva e depois casou com João Zelante.
1.3.1.1  Renée
1.3.1.2 Roberto.
1.3.2 Francisco( Chico) casado com  Corália. Filhos:
1.3.2.1 Francisco
1.3.2.2 Rubens
1.3.3 Pedro c/c Déa (família de Santos)
1.3.4 José (solteiro)

1.4 Ana Nogueira Rosas com 5 anos em 1895, e com 9 anos em 1899.  Depois de casada: “Ana Rosas de Carvalho”, nasceu em 12-10-1889 no Pinhal, onde casou-se com Romeu de Oliveira Carvalho, nascido em 29-05-1888 e falecido no Pinhal em 19-11-1971, filho de José Eduardo de Araujo Carvalho e de Porfiria Emiliana Bernardes de Oliveira, e tiveram 7 filhos:
1.4.1 Nair c/c Joaquim da Silveira Teixeira, 1º. Tabelião e Anexos de Pinhal.
1.4.2 Ana Maria c/c Benedito Mendes
1.4.3 Nelia c/c Casto Jorge Pieroni
1.4.4 Porfiria Lygia de Carvalho Araújo casou-se com José Pereira de Araujo (“Zezé”), filho de José Pereira de Araujo (o “Nhozinho”) e de Brazilina dos Santos Araujo (a “Bilina”); sendo neto paterno de Joaquim Pereira de Araujo e de Francelina Maria de Jesus; e neto materno de João Bruno dos Santos Oliveira e de Luciana Cândida Ferraz. Com geração em Mogi-Mirim.
1.4.5 Lucinda c/c Joaquim dos Santos
1.4.6 .Elza c/c Antonio Brigagão
1.4.7 Romeu Roque (Romeuzinho) casou 1ª. vez com Leonina Paiva

1.5 Segisfredo Motta Rosas nasc. 22/04/1892 e fal. 29/05/1947,  foi prefeito de Pinhal e recebeu o título de Capitão da Guarda Nacional. Casou com Deborah Violeta (Oliveira) Carvalho Rosa, irmã de Romeu de Oliveira Carvalho (vô Romeu).Deborah Violeta, nasceu em 1896 e casou com 17 anos. Pais de:
1.5.1 José, morto em tenra idade.
1.5.2 Wanda, nasc.27/10/1915  c/c José Olympio Teixeira Jr. Pais de:
1.5.2.1 Sergio Rosas Teixeira, nasc, 14/01/1935  c/c Maria da Conceição Vieira de Moraes. Filhos do casal:
1.5.2.1.1 Sergio
1.5.2.1.2 Ivan
1.5.2.2 Maria Helena Rosas Teixeira, nasc. 01/04/1936, c/c Ciro Lavieri. Tiveram:
1.5.2.2.1 Ciro Lavieri  Jr.
1.5.2.2.2 Debora Teixeira Lavieri
1.5.2.2.3 Daniella Teixeira Lavieri
1.5.3 Sebastiana –Taninha
1.5.4 Ercília Rosas de Ávila c/c Amélio de Ávila Ribeiro
1.5.4.1 Aécio Rosas de Avila Ribeiro,c/c Elisa Menezes
1.5.4.1.1 Aecio Rosas de Avila Ribeiro Filho c/c Leidiane
1.5.4.1.1.1 Antonio Matheus
1.5.4.1.1.2 Maria Fernanda
1.5.4.1.1.3 Maria Isabel
1.5.4.1.1.4  Paola
1.5.4.1.2 Deborah Cassiana de Avila Ribeiro
1.5.4.1.3 Alexandre Menezes de Avila Ribeiro
1.5.4.1.4 Juliana Menezes de Avila Ribeiro casada com Carlos Rezende. Pais de:
1.5.4.1.4.1 Theo
1.5.4.2 Vera Maria Rosas de Avila (já falecida) casada com  Danton Loureiro Ferrari
1.5.4.2.1 Danton Loureiro Ferrari Jr
1.5.4.2.2 Cristiana Maria de Avila Ferrari  c/c James Byron Neidemeyer. Pais de:
1.5.4.2.2.1 Lívia
1.5.4.3 Claudio Rosas de Avila c/c Pedrina Quevedo Rosas de Avila
        1.5.4.3.1 Cassiano Quevedo Rosas de Ávila (1977) casado em 2015 com Anna Rita Zerbini Pereira de Ávila. Pais de:
            1.5.4.3.1.1 Maria Clara Pereira Rosas de Ávila (2016)
          1.5.4.3.2 Rafael Quevedo Rosas de Ávila (1983)
1.5.4.4 Lucia Helena Rosas de Avila ,advogada c/c Walmor Feijó
1.5.5 Newton Carvalho Rosas c/c Isis Blasi ( residentes em S. João da Boa Vista)
1.5.5.1 Maria Cristina
1.5.5.1.1 Antônio
1.5.5.1.2 Maria Stela
1.5.5.1.3 Raquel
1.5.5.2 Segisfredo
1.5.5.2.1 Marcelo
1.5.5.2.2 Mariana
1.5.5.3 José Rubens

1.5.6 Francisco José, morreu com 6 meses, do coração (doença azul)
1.5.7 Maria Porfiria
1.5.8 Adauto de Carvalho Rosas casado com Clorinda Del Guerra de Carvalho Rosas
1.5.8.1 Adauto  de Carvalho Rosas Filho
1.5.8.2 Ana Lúcia de Carvalho Rosas casada com Edward Yu Chen Hwa
1.5.8.2.1 Júlia Yumin Rosas Hwa
1.5.8.3 Ana Helena Del Guerra Rosas

1.6 Maria José  casada com  Ladislau Tenório. Passou a assinar “Maria José Rosas Tenória”. O casal vendeu a parte que possuíam no Sítio Retiro das Paineiras para Romeu de Oliveira Carvalho. Pais de:
1.6.1 Ruth, enfermeira da Beneficencia Portuguesa em São Paulo
1.6.2 Lucinda
1.6.3 Ladislau  

Lucinda ficou viúva e casou-se pela segunda vez com o Dr.José de Araujo Matto Grosso. Lucinda teve 3 filhos do 2º. Casamento:
1.7 Junia Matto Grosso Stersi casada com Adelino Stersi, em 1927 eram moradores no Pinhal. Em 1938 residiam em São Paulo.
1.7.1 Dalva Sterci c/c Ari Assumpção. Pais de:
1.7.1.1 Ari Filho
1.7.1.2Antonio Milton
1.7.2 Roberto Matto Grosso Sterci

1.8 Lucinda Mato Grosso Leal, casada com Humberto Leal, moradores no Pinhal. Em 1938 ela já era falecida, tendo deixado os dois filhos seguintes:
1.8.1 Maria Aparecida (freira)
1.8.2 Paulo
1.9 Mário Mato Grosso  casado com Carolina Ribeiro
1.9.1 Inácia Lucinda c/c Edmundo Borges
1.9.2 Aparecida Maria Rita (Maria do Déo) c/c Deoclides
1.9.3 Celia c/c Sebastião
1.9.4 José Benedito c/c Elza Vischi

2 Ana Ribeiro da Motta (Sinhaninha) casada com seu primo Tenente Coronel Felix Tito da Motta Paes, nascido em Ouros cerca de 1863 e filho do Capitão Joaquim Tomas de Oliveira Tito e Felicia Lemes Cabral. Pais  de:
7.2.1 Rita, casa com Raul Nogueira Rosas.
7.2.2 Mulher
7.2.3 Mulher
7.3.4 Homem

Filhos de Ana Rita:
1. Salustio Ribeiro da Palma nasceu cerca de 1850/1853 em Santa Rita do Vintém (hoje: Santa Rita do Sapucaí), sendo listado como eleitor em E. S. do Pinhal em 1876, sendo tropeiro, com 26 anos de idade. Em 1886 no inventário paterno é citado como solteiro, com 33 anos de idade, morador no Pinhal. Sendo solteiro uniu-se a Egídia Maria de Jesus, solteira, natural de Campestre, filha de Mariana de Jesus. Egídia Maria de Jesus veio a falecer sem testamento em 23-02-1908, e seu arrolamento teve início em 25-04-1908 no Pinhal, sendo inventariante o viúvo meeiro. Tiveram:
1.1 João Ribeiro da Palma com 22 anos de idade em 1908, todos os filhos moradores com o pai, no Pinhal.
1.2 Rita Ribeiro da Palma com 17 anos de idade em 1908.
1.3 Maria Rita da Palma com 15 anos de idade em 1908.
1.4 Leonina Ribeiro da Palma com 13 anos de idade em 1908.
1.5 Joaquim Ribeiro da Palma com 11 anos de idade em 1908.
1.6 José Ribeiro da Palma com 7 anos de idade em 1908.
1.7 Maria Madalena da Palma com 7 anos de idade em 1908. Possivelmente era gêmea do precedente.
1.8 Elisário Ribeiro da Palma com 1 ano de idade em 1908.


2.Francisca Ribeiro da Palma casada com Domingos. Não tiveram filhos. Madrinha Chiquinha só usava roupa de antigamente. Salustio tinha horror do Domingos. Desistiu da herança paterna.
Para saber mais sobre a foto, acesse esse post. Caso tenha informações, entre em contato pelo email mayara.mmatos@gmail.com. Obrigada pela visita!

Com informações de Roberto Vasconcelos Martins e Vera Pieroni.